Escrita influenciada pela temática REALISTA a roçar o KITCH.
Bebe, Helena! Não te esqueças do champanhe! Nem das uvas passas. 12, têm que ser doze…
E logo eu que odeio uvas passas . Ai, que vida é esta?!
Vai continuar a ser sempre assim?
Eu sei que abriu-se uma esperança com o meu tio, que diz que me pode arranjar trabalho no supermercado onde é coordenador.
Mas eu não sei fazer nada! Oh Deus…
Sinto-me completamente sozinha e desamparada. Nem com a ajuda do meu irmão César vou lá…
Depois aquela parva ideia do diário que a minha tia me ofereceu: escrever todos os dias para o amor até que este apareça.
Que se preparem os calhamaços e os lenços. Nada à vista…Só este chapéu parvalhão e este apito desafinado que teima em importunar-me.
E o maldito relógio que não pára. Assim é o tempo..
